RHC 196.496/RN: Criterios y parámetros de la búsqueda domiciliaria
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.18769799Palabras clave:
Busca domiciliar, Mandado de busca e apreensão, Lei de Abuso de Autoridade, Direitos fundamentais, Prova ilícita, Processo penalResumen
O RHC 196.496/RN, julgado pelo Superior Tribunal de Justiça, enfrentou a controvérsia sobre o marco temporal para o cumprimento de mandado de busca domiciliar. A decisão considerou válida diligência iniciada às 5h05, com fundamento no art. 22, § 1º, III, da Lei 13.869/2019, que fixa o intervalo entre 5h e 21h. O acórdão entendeu não haver ilicitude da prova nem constrangimento ilegal. O debate envolveu a definição dos conceitos de “dia” e “noite” e a interação entre Constituição, CPP e Lei de Abuso de Autoridade. A divergência apontou que o critério legal não define o conceito processual de “dia”, mas apenas delimita a tipicidade penal.
Descargas
Citas
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, DF: Presidência da República, 1988.
BRASIL. Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941. Código de Processo Penal. Diário Oficial da União: Rio de Janeiro, 13 out. 1941.
BRASIL. Lei nº 13.105, de 16 de março de 2015. Código de Processo Civil. Diário Oficial da União: Brasília, DF, 17 mar. 2015.
BRASIL. Lei nº 13.869, de 5 de setembro de 2019. Dispõe sobre os crimes de abuso de autoridade. Diário Oficial da União: Brasília, DF, 5 set. 2019.
BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Recurso em Habeas Corpus n. 196.496/RN. Relator: Ministro Sebastião Reis Júnior. Terceira Seção, julgado em 10 dez. 2025. Diário da Justiça Eletrônico Nacional, 19 dez. 2025.
BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Agravo Regimental no Habeas Corpus n. 674.354/MS. (Tema 1144). Diário da Justiça Eletrônico.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Vitor Bellotto

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Los derechos de autor de los artículos publicados pertenecen al autor, pero con los derechos de la revista sobre la primera publicación y respetando el periodo de exclusividad de un año. Los autores sólo podrán utilizar los mismos resultados en otras publicaciones indicando claramente esta revista como medio de la publicación original. Si no existe tal indicación, se considerará una situación de autoplagio.
Por tanto, la reproducción, total o parcial, de los artículos aquí publicados queda sujeta a la mención expresa del origen de su publicación en esta revista, citando el volumen y número de la misma. A efectos legales, deberá consignarse la fuente de la publicación original, así como el enlace DOI de referencia cruzada (si lo hubiera).




